Aquele sorriso me dava segurança, conforto. Ele segurava minha mão suavemente, eu confiava nele. Desobedecer a ordens expressas de meus pais valiam a pena a cada segundo que eu estava com ele.
Corríamos por um bosque que havia atrás de nossa casa, íamos descalços, pulando as raízes e rindo alto. Eu ia sem medo de cair, pois, ele segurava minha mão. Chegamos a uma grande clareira entre as árvores, a luz alaranjada da tarde perfurava as folhas e iluminava as filhas velhas no chão, sentamos e eu fiquei abraçada a ele, escutando as batidas do seu coração que se sincronizavam com as minhas, eu sentia meu coração na boca, estava fria e nervosa. Estava apaixonada.
O céu estava ficando cinzento, ele disse que iria chover. Estávamos distantes demais da minha casa, e o que tínhamos o mais perto possível era uma velha casa no meio do bosque. Corríamos novamente, e eu ficava radiante quando ele me olhava com aqueles olhos azuis.
Chegando num velho casebre apenas entro sem medo na casa, sem nada em seu interior e com apenas muita poeira e janelas batendo com os assovios frios do vento. Começou a chover fraca, uma chuva fina e que chiava quando batia na terra molhada. O cheiro era um pouco irritativo, mas não quis ser fraca na presença dele.
Não parava de chover, o tempo corria lentamente ali. Quando ele se aproximou, segurou minha mão e sussurrou:
“Eu estou aqui, esta tudo bem.”
Aquilo foi fundo, e tomada por um impulso interno, deixei minhas mãos pousadas em seu peito, ele me abraçou e beijou minha cabeça, e foi ai que senti suas mãos tocarem meus rosto e erguerem-no, em um instante, um segundo, aconteceu. Eu não movi um músculo. Ele tocou meus lábios com os seus. Doce momento queria que fosse eterno. Mas foi longo em quanto durou. Tempo, chão, tato... Eu não tinha nada disso, apenas aquele sentimento pulsando no coração.
E ficamos a tarde inteira lá, abraçados e sentados no meio daquele casebre empoeirado. Até o sol mostrar seus raios luminosos novamente, que quando por sua vez vieram, iluminaram o casebre inteiro, mas dessa vez elas eram amareladas. Já estava anoitecendo, é hora de voltar. Mas com certeza irei voltar para os braços de quem amo tanto, sempre teremos nós e aquele velho casebre.
Corríamos por um bosque que havia atrás de nossa casa, íamos descalços, pulando as raízes e rindo alto. Eu ia sem medo de cair, pois, ele segurava minha mão. Chegamos a uma grande clareira entre as árvores, a luz alaranjada da tarde perfurava as folhas e iluminava as filhas velhas no chão, sentamos e eu fiquei abraçada a ele, escutando as batidas do seu coração que se sincronizavam com as minhas, eu sentia meu coração na boca, estava fria e nervosa. Estava apaixonada.
O céu estava ficando cinzento, ele disse que iria chover. Estávamos distantes demais da minha casa, e o que tínhamos o mais perto possível era uma velha casa no meio do bosque. Corríamos novamente, e eu ficava radiante quando ele me olhava com aqueles olhos azuis.
Chegando num velho casebre apenas entro sem medo na casa, sem nada em seu interior e com apenas muita poeira e janelas batendo com os assovios frios do vento. Começou a chover fraca, uma chuva fina e que chiava quando batia na terra molhada. O cheiro era um pouco irritativo, mas não quis ser fraca na presença dele.
Não parava de chover, o tempo corria lentamente ali. Quando ele se aproximou, segurou minha mão e sussurrou:
“Eu estou aqui, esta tudo bem.”
Aquilo foi fundo, e tomada por um impulso interno, deixei minhas mãos pousadas em seu peito, ele me abraçou e beijou minha cabeça, e foi ai que senti suas mãos tocarem meus rosto e erguerem-no, em um instante, um segundo, aconteceu. Eu não movi um músculo. Ele tocou meus lábios com os seus. Doce momento queria que fosse eterno. Mas foi longo em quanto durou. Tempo, chão, tato... Eu não tinha nada disso, apenas aquele sentimento pulsando no coração.
E ficamos a tarde inteira lá, abraçados e sentados no meio daquele casebre empoeirado. Até o sol mostrar seus raios luminosos novamente, que quando por sua vez vieram, iluminaram o casebre inteiro, mas dessa vez elas eram amareladas. Já estava anoitecendo, é hora de voltar. Mas com certeza irei voltar para os braços de quem amo tanto, sempre teremos nós e aquele velho casebre.

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ResponderExcluirBastante interessante.